Sim, qualquer pessoa pode veicular e publicar uma história que traz consigo, mesmo que ela propriamente não escreva. Porque as vezes, por alguma dificuldade, a pessoa fica impedida de dar forma ao seu conteúdo. Por exemplo, uma pessoa que tenha um grau de dislexia grave, ela pode ter uma história de vida maravilhosa ou até um conteúdo profissional que vale a pena ser socializado, mas essa pessoa não vai ter a condição de dar formato a essa escrita com facilidade.
Nesse momento é que outros profissionais podem ajudá-la na formação desse conteúdo, para que seja socializado com o público. Toda pessoa pode socializar seu conteúdo, mas nem todos tem a habilidade com a escrita e isso não deve determinar que essa história não possa ser contada. Tanto é que por vezes acompanhamos biografias de pessoas já falecidas para darmos forma àquela rica trajetória, e o falecido não vai escrever, a não ser que você seja crédulo na psicografia. Inclusive, o termo ghost-writer, que significa “escritor fantasma”, não traduz exatamente isso?
O escritor fantasma, é um profissional remunerado para escrever livros que serão assinados por outras pessoas. Ele não recebe os créditos pela autoria do texto, como parte de um acordo de cessão de direitos autorais.
Mas voltando ao assunto… A escrita, publicação e a veiculação da história qualquer pessoa pode fazer, digo sempre para a minha equipe do setor de Ghost Writer que, a técnica de escrita é importante, mas “de que vale a técnica sem uma boa história, sem um conteúdo relevante?”
Temos que levar em consideração que a maioria de nós pode escrever realmente, porém a maioria não tem o hábito e o tempo para escrever. E ainda tem aqueles com a mente hiperativa devido ao ritmo alucinante da nossa época. E lhe pergunto: Devido aos desafios existentes vamos deixar esse conteúdo, vivência profissional ou história morrer?
Não impeço, enquanto profissional e enquanto empresa, a produção de um conteúdo, desde que seja relevante e necessária para a sociedade. Por isso criei mais de 15 modalidades de acompanhamentos diferentes, com capacidade de personalização e respeito a individualidade de cada autor. Aceito cada desafio que chega; cada cliente que chega com uma dificuldade real ou sentida; cada pessoa, conteúdo ou estilo diferenciado; cada sonho, seja de apenas deixar um legado, usar uma obra para visibilidade a autoridade profissional ou de empreender uma carreira de escritor, todos eles, sem exceção, acolho e junto com eles vamos encontrar uma saída para que essa escrita seja realizada, porque na minha opinião…
Escrever um conteúdo é um direito de cada cidadão, um direito de comunicar-se, um direito de expressão. E esse direito só encontra limites quando invade o direito e a dignidade do outro.